Publicado em: 21/02/2017 - Última modificação: 23/02/2017 - 18:48
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Passistas e porta-bandeiras de coração e de sangue; cumplicidade dentro e fora do desfile

ESQUENTA - Lema é usar a criatividade e fazer da folia um Carnaval para todos os públicos



Passista
Expectativa aumenta próxima à data do desfile

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Todo ano é a mesma correria, não importa quão adiantada esteja a fantasia, a ansiedade é grande. A expectativa aumenta próxima à data do desfile mesmo quando os preparativos para o dia de cair no samba estão prontos. O lema é usar a criatividade e fazer da folia um Carnaval para todas as idades. Não importa qual é o bloco ou a escola, a cumplicidade e a animação entre passistas e porta-bandeiras estão dentro e fora do desfile, que podem ocorrer na rua, na avenida ou na passarela.

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Gravação Itafolia

Desfilando há quatro anos como porta-bandeira da Escola de Samba Unidos do Gaivota, Beatriz Nunes Pantarotte, de 20 anos, é filha do criador da escola, Eduardo Pantarotte. “Meu pai fundou a agremiação do Gaivota, então, desde pequena tenho participado dos desfiles. É um prazer enorme fazer parte deste grupo porque a gente carrega o coração da escola na avenida”, confessa. “Não posso dizer que não existe disputa, sempre há. A competição precisa ser saudável. Teve uma vez que desfilamos todos juntos, muito legal”.

A passista Victoria Maria Ferreira dos Santos, de 13 anos, herdou a vontade de seguir no samba da família. A avó e a mãe foram passistas, agora é a vez de Victória brilhar na passarela. “Está no sangue, é maravilhoso. Meus familiares passaram por isso, este ano sentirei a mesma emoção”. Sobre a ansiedade de desfilar, a jovem é categórica. “Estou que não me aguento. Sempre existe a preocupação com o figurino, mas no final tudo dará certo. Essa expectativa é normal”.

Zarrara Cardenara, de 32 anos, é passista da Escola de Samba Beija-Flor do Rio Preto há três anos. Ela conta que para manter o fôlego para o grande dia a pessoa precisará se hidratar. “É uma escola ótima, aberta a todos os gêneros. Uma receita que deve ser levada à risca é a importância de ingerir líquidos neste período de folia”.

Na mesma escola está Cristina Sarah, de 12 anos, que recebeu o convite para ser porta-bandeira da Beija Flor do Rio Preto. Desde muito pequena sempre quis desfilar, mas não sabia qual seria seu papel na avenida. Este ano, a jovem, que é aluna do 6º ano da Escola Estadual Rosélia Braga Xavier, aproveita para ensaiar quando não está estudando. “É a primeira vez que vou desfilar como porta-bandeira. Este é o meu segundo ano, no anterior desfilei como rainha mirim”.


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