Publicado em: 24/02/2017 - Última modificação: 02/03/2017 - 19:08
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Boca da Barra: um mergulho entre as belezas naturais e propício para esportes

ESPORTE - Além de um ambiente para quem quer se refrescar, a Boca da Barra é procurada também para esportes como kitesurf, stand-up paddle e caiaque



Boca da Barra
Águas podem ir de um marrom a um verde-esmeralda

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Sim, a Boca da Barra é um ambiente que alia aventura e calmaria. Como esses dois antônimos são elementos que se misturam no mesmo local? A resposta é simples e é evidenciada no encontro do mar com o Rio Itanhaém, que pode ir de um marrom a um verde-esmeralda. Além de ambiente para quem quer se refrescar em dias ensolarados, a Boca da Barra é procurada também para esportes como kitesurf, stand-up paddle e caiaque.

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Boca da Barra é local de lazer em Itanhaém

O kitesurf, conhecido também como kiteboarding ou flysurf, é um esporte onde o atleta fica com os pés fixados a uma prancha especial e com uma pipa (kite em inglês) presa ao corpo por meio de um dispositivo chamado trapézio. O esportista é puxado pelo vento e, usando uma barra de controle, guia a prancha para a execução das manobras.

Outras modalidades ocupam a praia, menos radicais, porém ainda assim saudáveis para o corpo e a mente, principalmente em dias quentes. Não é difícil encontrar durante a semana um adepto ao stand-up paddle, um pranchão com remo que permite a pessoa ficar de pé e até mesmo surfar. Usando o remo, mas sentado sobre uma pequena embarcação é o caiaque, praticado principalmente em águas mansas.

Turistas que chegam à Boca da Barra, de curta faixa de areia, não economizam elogios sobre a praia que está localizada no Centro. “É de tirar o fôlego. Moro em São Paulo, mas quando estou em Itanhaém aproveito a folguinha para aproveitar na praia. Nunca tinha andando de caiaque, esta foi a primeira vez”, conta Rafaela Aparecida de Almeida Souza, de 18 anos, animada com a chegada do Carnaval. A jovem está instalada na casa dos avôs de uma amiga na região do Savoy.

Quem também gostou de andar de caiaque foi Tiffany Kelly Martins Santos, de 17 anos. “Este esporte me proporcionou uma experiência incrível, adorei”. Mas adverte: “É um esporte muito divertido, porém deve ser praticado com segurança, ou seja, com colete salva-vidas”.


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