Publicado em: 02/03/2017 - Última modificação: 06/03/2017 - 20:09
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Esporte com segurança: conheça a história de Gustavo, surfista e salva-vidas

SURF - Jovem já foi campeão em diversas categorias, desde o petit até o adulto



Gustavo - Surfista e Salva-vidas
Objetivo de Gustavo é superar o 5º lugar obtido no Campeonato Paulista ano passado

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Aos 22 anos, Gustavo Ribeiro tem sonhos a realizar. “O que está no meu sangue é competir”, disse o jovem surfista, que deseja um dia chegar ao World Surf League (WSL). Até lá, no entanto, ele sabe que o caminho é longo. E uma das formas de se manter próximo ao mar é trabalhando perto dele, como salva-vidas.

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SURF – Jovem já foi campeão em diversas categorias, desde o petit até o adulto

Gustavo começou cedo, com 8 anos de idade, chegando aos torneios logo depois. “Quando era garoto, andava de skate nas proximidades de casa. Eu tinha amigos que surfavam, Sidney e André, e um dia eles me chamaram para conhecer o esporte. Desde então, muita gente me incentivou a continuar”.

Logo de cara, veio o primeiro título na categoria petit. “É como dizem: a partir do momento que você começa a andar, já pode surfar. A idade não importa. Depende de você, do seu preparo físico”, brinca Gustavo, que desde então venceu no sub-10, sub-12, sub-15, sub-18 e finalmente entre os adultos.

O jovem já competiu em diversas cidades, sendo campeão em Itanhaém, Mongaguá e Peruíbe, além de uma etapa do Circuito ‘A Tribuna’ de Surf Colegial. Fora do país, esteve em locais como Argentina (duas vezes), Peru (também duas, sendo uma a passeio) e Equador.

Para alcançar voos mais altos, Gustavo leva sua ocupação a sério. A praia do Cibratel já é praticamente sua segunda casa: “Trabalho como salva-vidas entre a manhã e a tarde. Tivemos algumas ocorrências neste início de ano, inclusive com uma menina de 10 anos recentemente, mas que não passou de um susto. Graças a Deus não tivemos casos graves. Isso até por conta do trabalho de prevenção que é feito”.

A familiaridade ajuda bastante. “Durante o trabalho, eu tenho que ficar no meu posto. Mas só de estar em contato com o mar já está bom. Este é o lugar em que eu cresci, aprendi a surfar e treino até hoje. Além disso, moro ali perto”. Mesmo com toda a vontade de conhecer o mundo, nada substitui o seu cantinho. “Tive a oportunidade de viajar bastante. Toda vez que eu vou, sinto saudade daqui”.

Mas e a carreira profissional? Gustavo aguarda por novidades nas competições nacionais, e já se prepara para competir em âmbito regional e estadual em 2017. O objetivo é superar o desempenho no Campeonato Paulista profissional, no qual ele ficou na 5ª posição ano passado, após disputar três etapas.

O jovem se espelha em dois competidores profissionais de renome: “Um surfista que eu admiro muito é o Filipe Toledo, que é novo e tem um talento muito natural. O estilo veloz dele é uma inspiração. Sou fã dele e do australiano Julian Wilson, outro grande competidor”.

Quanto às referências locais, Gustavo cita amigos com muito carinho. “Entre os itanhaenses, um cara que eu tive o prazer de conhecer é o Binho Nunes. Ele me deu vários conselhos e tem uma vibe muito boa, humilde demais. Também cito o Isaac Pereira e o Akio Saito, que me ajudaram bastante”.


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