Publicado em: 08/03/2017 - Última modificação: 10/03/2017 - 19:23
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Elas são maioria: mais de 88% dos funcionários da Prefeitura são mulheres

HOMENAGEM - Atualmente, 3.574 servidoras fazem parte da Prefeitura




Funcionárias - Dia da Mulher
Schirley e Cláudia são servidoras municipais

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Um bom ambiente profissional requer competência e habilidade. As mulheres têm obtido cada vez mais representatividade em diversos meios. Em Itanhaém, elas têm um exemplo claro de que suas qualidades são respeitadas e valorizadas: 88,6% do quadro de funcionários da Prefeitura é composto pelo público feminino.

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O número absoluto também impressiona, com 3.574 servidoras. Nos equipamentos de todo o estado de São Paulo há 339.161 mulheres atuando. No cenário paulista, o percentual delas corresponde a 52%, ou seja, Itanhaém apresenta um número proporcionalmente superior.

Um exemplo disso é Schirley do Prado Ramos, de 47 anos, que trabalha no local desde os 18. “Comecei como escriturária no departamento de Recursos Humanos, mas depois fui para a Tesouraria, Contabilidade, e chefiei o setor Administrativo, cuidando do departamento de Limpeza”.

Hoje, ela faz parte da Secretaria de Gestão e Controle. “Sou chefe de sessão de treinamentos, e atualmente estou como coordenadora de auditoria da área social. Sempre vou aos departamentos para vistoriar se as leis estão sendo cumpridas”.

Schirley é casada há 22 anos e tem três filhos. “Sempre fui muito respeitada aqui dentro e a cada dia ganho mais amigos. Disso não posso reclamar. Graças a Deus, recebo muito carinho e só tenho o que agradecer pela confiança depositada em mim”.

Há ainda mais tempo na Prefeitura, Cláudia Regina de Jesus, de 54 anos, é diretora de divisão de Recursos Humanos. No passado, ela trabalhou em escolas (no departamento de Merenda) e conta como foi difícil criar seus dois filhos e trabalhar ao mesmo tempo. “Era uma loucura. Quando trabalhava fora, levava eles junto comigo”.

Foi então que outra mulher de fibra apareceu: sua mãe, avó das crianças, Dona Antônia se ofereceu para cuidar deles. “Seria difícil sem essa ajuda, pois não tinha condições de pagar uma babá”. Ela entrou na Prefeitura em 1980, mesmo ano em que se casou, e trabalha ininterruptamente desde 1995.

“Aqui foi onde me encontrei”, conta Cláudia, que é responsável pelos processos seletivos, de admissão e pelo material entregue ao Tribunal de Contas, entre outras funções.


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