Publicado em: 20/04/2017 - Última modificação: 24/04/2017 - 15:39
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Itanhaém, 485 anos de história

ANIVERSÁRIO - Fundada em 22 de abril de 1532, o Município é a segundo mais antigo do País



Vista aérea - Rio Itanhaém
Município possui uma bacia hidrográfica de cerca de 912 km de rios, sendo o principal, o Rio Itanhaém

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Terra do pintor Benedito Calixto, terra por onde o Santo José de Anchieta registrou suas pegadas. Esta é Itanhaém, uma Cidade com forte apelo cultural que encanta moradores e turistas também por sua biodiversidade e quase 27 km de praia, um recanto ideal para quem procura roteiro à beira-mar ou histórico. Fundado em 22 de abril de 1532, o Município é o segundo mais antigo do País.

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Há duas versões para o significado do nome. Na língua indígena tupi, Itanhaém pode ser “pedra que canta” e “pranto de pedra” ou “pedra que chora”. A palavra é uma referência ao som produzido pela batida do mar sobre as pedras, nas praias da Cidade.

O povoamento de Itanhaém começou na época das Capitanias Hereditárias, durante a expedição colonizadora comandada pelo português Martim Afonso de Sousa a serviço do Reino de Portugal. Depois, foi elevada à categoria de Vila, no ano de 1561, recebendo o nome ‘Vila Conceição de Itanhaém’.

A Cidade recebe o título de “Amazônia Paulista” por seus 300 km² de Mata Atlântica e uma bacia hidrográfica de cerca de 912 km de rios, além de toda a diversidade de fauna e flora presente nestas reservas naturais. O principal rio é o ‘Rio Itanhaém’, com vegetação predominante de manguezal, destacando a restinga nos afluentes Rio Branco e Rio Preto, com uma grande variedade de espécies de animais silvestres.

Anchieta e Itanhaém: a história permanece viva

Um dos personagens marcantes na história do Brasil colonial foi o Santo José de Anchieta. Itanhaém também é conhecida como “a terra de Anchieta”, por causa da presença do famoso jesuíta na Cidade durante muitos anos. Monumentos históricos, documento raro, obra sacra, homenagens e diversas histórias vividas pelo padre podem ser vistos em muitos pontos do Município.

O padre espanhol radicado no Brasil andou por todo o litoral paulista, catequizando índios, batizando e ensinando. Sua biografia é considerada exemplo de amor e fé. Estimulou a devoção das pessoas por ter inúmeros milagres atribuídos a ele. Sua importância é tamanha que o Papa Francisco assinou, em abril de 2014, um decreto que o torna santo, o terceiro brasileiro.

José de Anchieta viveu na segunda Cidade mais antiga do país durante o século XVI, entre 1563 e 1595, e suas marcas em Itanhaém podem ser vistas em diversos monumentos preservados e homenagens realizadas, como na imagem de Nossa Senhora da Conceição, exposta na Igreja Matriz de Sant’Anna; o “Monumento a Anchieta” na Praça Narciso de Andrade; cópia da carta de Batismo do santo em exposição no Museu Conceição de Itanhaém e pontos turísticos como a Cama de Anchieta (Praia do Sonho), Pocinho de Anchieta (Cibratel) Painéis de Anchieta (Morro do Paranambuco) e Púlpito de Anchieta (Praia dos Pescadores).

Tamanha importância tornou-o padroeiro de Itanhaém, pela Lei Municipal nº 3.928, juntamente com Nossa Senhora da Conceição. Dia 9 de junho é feriado em Itanhaém em homenagem ao novo padroeiro, quando uma missa campal e diversas homenagens são realizadas na Cidade.


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