Serviços
acessibilidade



Publicado em: 16/04/2018 - Última modificação: 16/11/2020 - 13:08
[email protected]

Pais devem ficar atentos à doença contagiosa chamada mão-pé-boca

ATENÇÃO - A enfermidade é contagiosa, por isso a higiene é a melhor forma de evitá-la



A enfermidade é de curta duração, podendo acometer adultos e crianças, porém com prevalência maior em crianças menores de 5 anos

Compartilhar:

Locais onde crianças frequentam o mesmo ambiente como escolas, parques, shoppings e a falta de higiene auxiliam na disseminação de muitas doenças. Atualmente, a “vilã” é a chamada mão-pé-boca, que é altamente contagiosa e provocada principalmente pelo vírus Coxsackie. A enfermidade é de curta duração, podendo acometer adultos e crianças, porém com prevalência maior em crianças menores de 5 anos.

 Siga a Prefeitura de Itanhaém no Instagram e no Facebook

 Os sintomas incluem febre, dor de cabeça e falta do apetite. Há também intensa garganta inflamada, vômito e diarreia, mas a característica principal da doença é o desenvolvimento de muita coceira com bolhas muito pequenas nas mãos e nos pés. O prurido dói quando pressionado ou tocado.

Como crianças costumam colocar as mãos e os brinquedos na boca, dividir copos, roupas e objetos, o vírus encontra facilmente um caminho para infectar as crianças através deste tipo de atitude, além de poder ser transmitido por meio de secreções das vias respiratórias, secreções das feridas das mãos ou dos pés e pelo contato com fezes dos pacientes infectados.

O vírus costuma contaminar na primeira semana, quando ainda está em um período de incubação, que leva de 3 a 7 dias, por isso, muitas vezes, os pais não sabem que o filho está contaminado e, que ele mesmo já está espalhando a doença. Porém, devem prestar atenção com o grau de desidratação que a virose pode trazer.

O problema mais comum que a doença pode causar é a desidratação secundária e a dor intensa ao deglutir, causada por úlceras orais dolorosas. Tais sintomas devem ser tratados com analgésicos e hidratação oral (preferencialmente a ingestão de líquidos frios que são analgésicos).

Não há vacina para a enfermidade, mas a prevenção é feita com muita atenção a higiene tanto da criança como dos adultos. Como o vírus ainda pode ser eliminado nas fezes, mesmo após a cura dos sintomas, é importante orientar o paciente a lavar as mãos com frequência, principalmente após ir ao banheiro e antes de manusear comida.

A Secretaria Municipal de Saúde alerta que alunos de escolas que apresentarem casos devem entrar em contato com a Unidade de Saúde da Família (USF) do bairro e notificar o caso ao Departamento de Vigilância.


Palavras-chave: , , , ,