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Publicado em: 03/09/2018 - Última modificação: 16/11/2020 - 12:31
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Família e escola: misture tudo para a combinação perfeita de ‘Reconto e Encanto’

PROJETO - Todo mês um tema diferente é escolhido para ser desenvolvido em sala de aula junto aos alunos. Os pais são incentivados a participar das atividades



As atividades se tornam ainda mais prazerosas com o envolvimento das famílias, possibilitando uma interação ainda maior com os alunos

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Estimular o hábito da leitura é fundamental desde a primeira infância. No início da alfabetização toda criança adora ouvir histórias de princesas, animais falantes, aventura e outros contos que envolvem o universo da fantasia e incentivam a criatividade e a curiosidade dos pequenos. As atividades se tornam ainda mais prazerosas com o envolvimento das famílias, possibilitando uma interação ainda maior com os alunos. Esta é a proposta da Escola Municipal Professora Neusa Pinto Fonseca ao desenvolver o projeto ‘Reconto e Encanto’.

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O projeto iniciou em meados de março deste ano pelas professoras Ana Paula Magri, Elaine Priscila Falcão e Samanta Kartanas Torres e ganhou fôlego com a participação dos pais. A cada mês um tema diferente é escolhido para ser desenvolvido em sala de aula. Na apresentação do último dia 30, o trabalho foi em cima da conscientização animal. Nele, os alunos vivenciaram experiências com leitura, de forma divertida e coletiva, música, palestra sobre a importância de cuidar do bichinho de estimação, presenciaram um espetáculo de dança da Companhia Tati Balé e conheceram alguns integrantes da Academia Itanhaense de Letras, que doaram um livro à escola.

“Achei bem interessante a participação no projeto porque os meus filhos ficaram contente com a minha leitura para os amiguinhos da escola. É bom estimular, desde pequeno, os hábitos da leitura, mesmo que eles não entendam o significado das palavras ainda”, ressalta Bruna Lopes Soares, de 23 anos, mãe de dois alunos da escola. Ela apresentou aos estudantes o conto ‘O Sapato Que Miava’, da autora Sylvia Orthof.

Outra mãe também engajada com a ação é a pedagoga Débora Nóbrega Reis Alves dos Santos, de 35 anos. Ela foi quem apresentou fotos de animais resgatados e em recuperação e orientou os baixinhos sobre a importância de respeitá-los. “Este trabalho é uma extensão do que já tem em casa porque faço essas atividades de leitura desde quando eu estava grávida. Nós temos uma coleção de livros e ela – filha – adora ler as imagens. Esta participação foi muito significativa porque pude interagir juntamente com os seus “amiguinhos” e abordar o que vivenciamos todos os dias, que é a proteção animal”.

Indagada sobre o projeto que vai além do trabalho de leitura e traz para as crianças uma lição de mundo, já pensando na formação de um adulto consciente e leitor, a professora Samanta Kartanas Torres, de 42 anos, fala sobre a diferença que é desenvolver um projeto com os alunos menores, de 1 a 5 anos. “Mesmo que eles não saibam ler, a leitura é trabalhada a partir de narrativas e imagens, ou seja, é uma sementinha que deve ser plantada desde o berçário”.


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