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Publicado em: 09/08/2021 - Última modificação: 13/08/2021 - 16:54
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Itanhaém participa da “Semana Estadual de Prevenção e Controle da Leishmaniose Visceral”

CONSCIENTIZAÇÃO - A ação objetiva promover conhecimentos da doença e conscientizar a população sobre seus riscos, por meio das mídias e redes sociais, incentivando bons costumes de prevenção, aprimorando a saúde e bem-estar da população.



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Com início nesta segunda-feira (09), até a próxima sexta-feira (13), em todo o Estado de São Paulo, acontece a ‘Semana Estadual de Prevenção e Controle da Leishmaniose Visceral (LV) #euapoioefaçoparte”. A ação tem como objetivo promover conhecimentos da doença e conscientizar a população sobre seus riscos, por meio das mídias e redes sociais, incentivando bons costumes de prevenção, aprimorando a saúde e bem-estar da população.

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Leishmaniose é um tipo de doença infecciosa causada por um protozoário do gênero leishmania, considerado um parasita, que pode adoecer os humanos e animais (cães, gatos e silvestres). A fêmea do mosquito palha se infecta ao picar um cão doente contaminado com o protozoário e passa a transmiti-lo a outros cães e seres humanos nas próximas picadas.

Os vetores são insetos pequenos, com 2 a 3 milímetros, e costumam picar ao entardecer e à noite. Desenvolvem-se em locais úmidos e sombreados com acúmulo de matéria orgânica (folhas, frutos, lixo orgânico em apodrecimento, galinheiros).
Em humanos a LV é uma doença crônica, sistêmica, caracterizada por febre de longa duração, perda de peso, fraqueza e perda de energia, anemia, aumento de baço e fígado. Quando não tratada, pode evoluir ao óbito.

No cão, principal reservatório e fonte de infecção no meio urbano, a doença caracteriza-se por febre irregular, apatia, emagrecimento progressivo, descamação e úlceras na pele (especialmente no focinho e nas orelhas), conjuntivite, paralisia das patas traseiras e fezes sanguinolentas.  

Para se proteger desse parasita é necessário tomar os devidos cuidados:

– Manter a casa e o quintal sempre limpos;

– Recolher restos de folhas e frutos apodrecidos;

– Evitar instalar abrigos de animais ou aves perto das casas;

– Não deixar os animais soltos na rua e cuidar de sua saúde;

– Use repelente no corpo conforme orientação médica.

Além de seguir todas as orientações necessárias é importante manter atenção nos seguintes sintomas:

Sintomas nos humanos Sintomas nos animais
Febre intermitente com semanas de duração Emagrecimento
Fraqueza e perda de apetite Perda de apetite
Anemia e palidez Diarréia e vômito
Aumento do baço e do fígado; Feridas no focinho, orelhas e na pele
Sangramentos na boca e nos intestinos. Queda de pêlos
Diarreia Sangramentos intestinais

Em caso de suspeita, procure o Departamento de Bem-Estar Animal ou um veterinário para realizar os exames necessários e orientá-los corretamente. A doença não tem cura, mas tem tratamento.