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Publicado em: 12/12/2017 - Última modificação: 21/12/2017 - 19:04
comunicacao@itanhaem.sp.gov.br

Itanhaém apresenta redução de 36,45% da taxa de mortalidade infantil

SAÚDE - Até outubro deste ano, a Secretaria Municipal de Saúde verificou índices que apontam menos casos, se comparados ao mesmo período de 2016



A expectativa de vida de crianças de até um ano de idade apresenta um tímido avanço nos relatórios anuais

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Fortalecer os serviços de pré-natal e investir em capacitação dos profissionais da atenção básica são fatores essenciais que contribuem para Itanhaém alcançar um patamar histórico no que se refere à redução da taxa de mortalidade infantil na Cidade. Os resultados têm demonstrado uma evolução efetiva do Município sobre os índices observados nos últimos três anos. Até outubro de 2016, o número chegou a 11,96 óbitos de crianças a cada mil nascidas vivas. Se comparados ao mesmo período deste ano, os indicadores apontam queda de 36,45%, o que corresponde a uma taxa de 7,6 por mil crianças nascidas vivas.

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O relatório de vida de crianças de até um ano de idade apresenta um tímido avanço nos dados anuais analisados entre os anos 2014 e 2015, de 13,95 para 13,35, respectivamente. A tendência decrescente também pode ser facilmente notada em 2016, quando Itanhaém registra 1.338 nascidos vivos e 16 óbitos. Este ano, os dados ainda são mais promissores que os anteriores. Isso porque até outubro o Município contabilizou 1.182 nascidos com vida e nove mortes.

A Secretaria Municipal de Saúde mantém perene intervenções estratégicas que visam combater esses números com investimentos contínuos em capacitações para os profissionais, além do trabalho realizado pelo Comitê de Mortalidade Infantil, que é composto por representantes de diversos setores da saúde e da assistência social. Eles se reúnem uma vez por mês para analisar os falecimentos, as causas e propõem interferências para que eles não ocorram novamente.

“Nosso foco é no atendimento na atenção básica, principalmente nas Unidades de Saúde da Família, com o pré-natal e a infraestrutura que temos em nosso Município para as gestantes. Temos na Cidade o Centro Especializado na Saúde da Criança e da Mulher (Cescrim Paula Vegas), que tem como prioridade o cuidado com a criança e a mulher que apresentam fatores de alto risco em saúde e são encaminhadas pelas Unidades de Saúde da Família. Em Itanhaém, 80 % das mães fazem sete e mais consultas de pré-natal, uma das melhores coberturas da região”, ressalta o médico e também secretário municipal de Saúde, Fábio Crivellari Miranda.

Com uma equipe atuante em projetos voltados à redução da mortalidade infantil, o Cescrim faz o acompanhamento de gestantes e crianças em situações de risco em consonância com as Unidades de Saúde da Família. Nas USFs, as mulheres são acompanhadas mensalmente até a 28ª semana de gestação, quando as consultas vão ficando menos espaçadas ao longo da gravidez.

A partir da 36ª semana, o acompanhamento é semanal. Depois de nascidos, os bebês são acompanhados uma vez ao mês até completarem 6 meses de vida. Após este período, a consulta acontece a cada 2 meses, e as crianças de 1 a 2 anos passam no médico a cada 3 meses. Até os 5 anos, elas são acompanhadas uma vez ao ano, na data do aniversário.

CONVITE – Na quinta-feira (14), os profissionais que atuam na Secretaria Municipal de Saúde foram convidados para apresentar dados que refletem diretamente no desempenho de Itanhaém em relação aos números analisados nos últimos meses. O evento cujo tema será “Novas Perspectivas da Assistência Materno Infantil da Região Metropolitana da Baixada Santista” acontecerá na sede do Departamento Regional de Saúde da Baixada Santista, em Santos.


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