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Publicado em: 21/02/2018 - Última modificação: 28/02/2018 - 18:46
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Moradores compartilham da mesma opinião: “Não dói e é preciso”, dizem sobre vacina

FEBRE AMARELA - Campanha é prorrogada até sexta-feira (2), das 8 às 16 horas, em todas as Unidades de Saúde da Família (USFs)



Moradores incentivam quem ainda não tomou a se vacinar contra a febre amarela

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“Não doeu nada, a picada de mosquito dói mais que isto. Olha, para falar a verdade não fiquei com medo da vacina, mas da reação. Até agora estou me sentindo bem, estou me sentido ótimo”, enfatiza o estudante de Fernando Ribeiro de Souza, de 11 anos, que foi imunizado há uma semana. Mesmo com toda a publicidade em cima da campanha contra a febre amarela, prorrogada até sexta-feira (2), há aqueles que ainda resistem em tomar a dose fracionada, mesmo após estudos comprovarem que a vacina tem a mesma eficácia da integral.

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“Não pode ter medo porque se você não tentar, não saberá. Claro que em alguns casos não é indicada a vacina. E se der uma reação não será nada muito forte, assim como também pode não dar. Você nunca saberá se tiver medo de tentar. Pense que será pior ainda se você pegar a febre amarela”, explica o menino que se vacinou em uma das dez Unidades de Saúde da Família (USFs), que atendem a população das 8 às 16 horas.

Segundo o último levantamento da Secretaria Municipal de Saúde, do dia 23 de fevereiro, 47 mil pessoas haviam sido vacinadas, o equivalente a 68% da população, já que a meta é atingir 69 mil pessoas. Desde o início da campanha, em 25 de janeiro, unidades volantes foram acionadas para aplicar a vacina em regiões mais isoladas e de difícil acesso, intensificando as ações nos dias D, dois sábados.

Na mesma linha de raciocínio do garoto Fernando, está o aposentado Augusto Ribeiro Perressim, de 81 anos, que também tomou a vacina contra a doença. “Eu estava mal informado porque tomava alguns comprimidos. Achava que isso poderia me impedir de me vacinar, mas quando cheguei aqui, no posto de saúde, descobri que eu poderia tomar a vacina normalmente”, explica.

A artista plástica Adriana de Albuquerque, de 43 anos, postergou a se imunizar por medo dos efeitos colaterais, mas se conscientizou sobre a importância de se vacinar contra o vírus desde o último dia 16. “Se essa febre amarela virar urbana, a preocupação será maior. Depois que eu tomei, me senti mais segura. No local onde moro tem muitos pernilongos. Em casa quase todos tomaram, apenas minha mãe não tomou porque tem restrições”. Ela faz questão de mandar uma mensagem: “Fiquem com medo da febre amarela, não da vacina”.


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