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Publicado em: 22/03/2018 - Última modificação: 23/03/2018 - 18:02
comunicacao@itanhaem.sp.gov.br

“O assunto é sério. Em 32 anos haverá mais lixo no mar do que peixes”, diz biólogo

SAÚDE DO PLANETA - Itanhaém realiza projetos de educação ambiental nas escolas, ações de mutirão de limpeza nas praias e palestras de orientação sobre o tema



Itanhaém ficou em 9º lugar e recebeu certificado do Programa Município VerdeAzul

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O sinal de alerta pisca no mar. Os pontos coloridos pintam o azul do oceano, engana-se quem pensa tratar-se de peixes: são lixos dos mais variados diâmetros. Sabendo dos riscos, a Secretaria de Planejamento e Meio Ambiente realiza ações perenes de conscientização ambiental por terra e mar, com projetos de educação ambiental nas escolas, ações de mutirão de limpeza nas praias e palestras de orientação sobre o tema. Atividades que ajudaram a render, em 2017, o 9º lugar e certificado do Programa Município VerdeAzul para Itanhaém, que estimula políticas públicas para o desenvolvimento sustentável do Estado.

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A voz para a responsabilidade sobre o tema precisa ser uníssona. Um estudo divulgado pela Organização Mundial das Nações Unidas (ONU) revelou que até 2050 haverá mais lixo no mar do que peixes. Os dados são alarmantes e merecem atenção especial devido ao estrondoso estrago ao sistema ecológico, já que muitos animais marinhos se alimentam do plástico jogado ao mar. Regionalizando as informações, o Instituto Gremar socorreu desde agosto do ano passado, até hoje, mais de 3.500 animais, a maioria decorrente de ação desencadeada pelo homem, como a poluição dos mares.

E no Dia Mundial da Água, celebrado na última quinta-feira (22), a observação é para o desperdício, sobretudo para a conscientização sobre a poluição dos mares. O tema inclusive será discutido nas escolas municipais e também mote de evento comemorativo. “É uma preocupação muito grande que existe. Mais empresas produzem embalagens, descartando de forma irregular. Parece que as indústrias que produzem essas embalagens não têm preocupação e não tem o retorno se esses resíduos são inseridos em locais corretos. O lixo que é jogado na cidade acaba chegando ao mar por meio dos córregos”, conta o biólogo Thiago Nascimento. “Está sendo comprovado por intermédio de estudos que o lixo, em sua maioria, vem do continente. Infelizmente, nós, do Gremar, temos observado também que o plástico se tornou um hábito alimentar das tartarugas e de outros animais marinhos. É muito triste”.

O ecossistema é assunto dentro e fora da sala de aula. Estudantes da Rede Municipal de Ensino estudam, pesquisam e realizam atividades sobre o tema. Além disso, no Centro de Pesquisa há sempre palestras voltadas ao assunto. O diretor do Departamento de Meio Ambiente, William de Souza Carrillo, afirma que uma das maiores dificuldades é conscientizar a população sobre a sua responsabilidade. “Mesmo com todos os projetos e ações realizadas pelo Governo Municipal, ainda encontramos o descarte irregular de lixo, mas acredito que o nosso trabalho com as crianças dará fruto no futuro”.

 


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