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Publicado em: 03/08/2018 - Última modificação: 16/11/2020 - 12:33
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Oficina abre diálogo sobre diagnóstico sociocultural e mapeamento da Baixada

5º ENCONTRO - O assunto foi amplamente discutido por mais de 70 agentes culturais e equipe técnica do SESC Santos



Com um mapeamento das produções culturais, será possível ampliar parcerias para a promoção de atividades nas regiões

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Motivar a criação de uma rede e mapear a produção artística local. Esta foi a proposta da 5ª Oficina de Formação do Grupo Gestor do Mapeamento que abriu um diálogo produtivo sobre diagnóstico sociocultural e a importância de um levantamento minucioso das diferentes manifestações culturais, artísticas, ambientais e turísticas da Baixada Santista. O assunto foi amplamente discutido por mais de 70 agentes culturais e equipe técnica do SESC Santos que se reuniram no último dia 31 de julho, em Itanhaém, na sede da Secretaria Municipal de Educação, Cultura e Esportes (CMTECE), no Centro.

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Para a gerente-adjunto do SESC Santos, Maracélia Ramos Teixeira os encontros têm como objetivo principal a formação de uma rede. “É um mapeamento para dar visibilidade à produção artística de cada um dos municípios envolvidos e enaltecer seu potencial. A ideia de itinerar pelas cidades é justamente para que o próprio grupo conheça a Baixada, porque percebemos que Santos acaba sendo essa referência e queremos quebrar esse paradigma”.

Com um mapeamento das produções culturais, será possível ampliar parcerias para a promoção de atividades nas regiões. Para isso, serão desenvolvidos critérios de articulação em rede de práticas culturais coletivas. “Para que, de fato, a iniciativa dê certo, é preciso engajamento e muita pesquisa. Isto se tornará uma ferramenta importantíssima para a promoção turística cultural da Cidade”, explica o diretor de Cultura de Itanhaém, Tony Sheen.

“A oficina foi importante porque nos ajudará a chegar a um perfil do que é cultura enquanto Baixada Santista. Essa reflexão leva as pessoas a repensar o que é cultura, o que é arte, o que é turismo e o que ele tem a ver com cultura, enfim, como nós podemos tecer uma rede que nos garanta também dar espaço e viabilizar construções que não estão pautadas”, ressalta a representante da Associação Sociocultural e Educacional Zabele, Juliana Clabunde. A próxima oficina será dia 25 de setembro, em Cubatão.

PLANO NACIONAL DE CULTURA – Trata-se de uma construção elaborada por representantes da sociedade civil, organizada por agentes públicos, aprovada em audiência pública na Câmara Municipal, tornando-se Lei Municipal. Decenal, o Plano é um instrumento de planejamento para as políticas públicas cultural do Município, construídas a partir dos resultados da I Conferência Municipal de Itanhaém.

SISTEMA MUNICIPAL DE INFORMAÇÕES E DE INDICADORES CULTURAIS (SMIIC) – Esta será a próxima etapa do Plano Municipal de Cultura que terá como objetivo manter uma plataforma de consulta que permita ao cidadão acompanhar ações e incentivar a pesquisa e a produção cultural, coletar, sistematizar, disponibilizar estatísticas, fornecer metodologias e estabelecer parâmetros à mensuração de atividade do campo cultural e das necessidades sociais relativas à cultura.

 


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