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Publicado em: 12/09/2018 - Última modificação: 18/09/2018 - 16:29
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Professores usam canal de vídeos para compartilhar conhecimento com os alunos

INTERNET - Uma experiência que saiu das salas de aula e tornou-se ferramenta de estudos para jovens que consomem cada vez mais conteúdos em canais de vídeos



Dois professores da Rede Municipal de Ensino compartilham o conhecimento em canais no YouTube

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Com a popularidade em alta dos youtubers – os famosos influenciadores digitais -, Luana Bortoloti e André Onishi, dois professores da Rede Municipal de Ensino, decidiram expandir a forma de lecionar e usam a internet para compartilhar conhecimento com alunos, popularizando o ensino das artes visuais, tornando-o mais acessível e divertido. Uma experiência que tem saído das salas de aula e ganhado a atenção de jovens que consomem cada vez mais conteúdos em canais no YouTube.

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Sabe aquela frase: o que se aprende aqui fica aqui? Então, a mensagem perde completamente o sentido para os estudantes das escolas municipais Profª Silvia Regina Schiavon Marasca e Profª Dalva Dati Ruivo: “O que se aprende aqui ganha o mundo com o canal de vídeo ‘Alunos da Luana’. Primeiramente, criamos uma página na rede social, isso há três anos, agora, no início do ano, nós montamos nosso próprio canal. Isto melhorou a minha interação com eles. Nós falamos a mesma língua, entende? A linguagem dos jovens é com esta tecnologia”, diz Bortoloti, edutuber – apelido dado aos youtubers de educação.

A classe está organizada, quase não se ouve o som que vem do lado de fora. A atenção é para quem está recitando um poema dentro da sala de aula. Embora pequenas, mas habilidosas, as mãos de um dos alunos envolvem a câmera de celular que grava minuciosamente cada passo da professora. Mais tarde, o material captado é encaminhado para a “ilha de edição”, sob responsabilidade dos pequenos. O vídeo alimenta o canal ‘Alunos da Luana’, em que os estudantes são protagonistas e diretores de seus próprios trabalhos.

Professora de artes há 15 anos, Luana sabe que para prender a atenção dos jovens nada melhor do que trabalhar com o que eles convivem: a tecnologia. “Sou da geração televisão, eles da geração YouTube. Os planos para o futuro são inserir outras disciplinas no vídeo, sempre valorizando os talentos da sala de aula. Tem o caso de um aluno que era bagunceiro e se deu muito bem com a edição”, sorri.

Com um bigode semelhante ao do pintor espanhol Salvador Dali, o professor André Onishi faz sucesso com os estudantes por causa do seu jeito espontâneo e divertido no canal ‘Láudano Artes’. Diferentemente de Luana, que usa a sala de aula como pano de fundo para a gravação, André utiliza o espaço de sua casa como extensão da escola para ensinar artes visuais e cultura.

“Não acredito naquele professor que transfere os saberes, que é o detentor do conhecimento. Para mim, o conhecimento se constrói a partir dos saberes do aluno e do professor. É importante interagir e transformar a sala de aula em um ambiente em que todos podem aprender”, diz Onishi, que leciona na Escola Municipal Bernardino de Souza Pereira. Para ele, o objetivo é se aprofundar em assuntos que não são abordados na escola porque o tempo é curto. “O projeto é uma extensão do ensino, do que eu pretendo dar na escola”.


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