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Publicado em: 06/02/2019 - Última modificação: 06/02/2019 - 15:50
comunicacao@itanhaem.sp.gov.br

Banco de Alimentos e Funai lançam projeto para a continuidade do milho guarani na alimentação

AGRICULTURA FAMILAR - Dois órgãos construirão o ‘prato Guarani’ e fazer disso uma rede de conservação e apoio dos produtos



O anúncio aconteceu durante o I Seminário de Soberania Alimentar M’Bya Guarani

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Lideranças indígenas e representantes da Funai, da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e da Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) participaram no último sábado (2) do I Seminário de Soberania Alimentar M’Bya Guarani, que aconteceu em Itanhaém. Em pauta foi discutido a importância do produto indígena milho guarani.

Confira as fotos

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Na oportunidade, a Cidade lançou um projeto em parceria com a Funai e o Banco de Alimentos, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, que vem em continuidade da inclusão do milho guarani. “Os dois órgãos irão construir o ‘prato Guarani’ e fazer disso uma rede de conservação e apoio dos produtos”, explicou Luciana Melo, gestora do Banco de Alimentos de Itanhaém.

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Ainda de acordo com Luciana, quando se pensa em agricultura familiar não se pode deixar de incluir a cultura guarani para que os municípios façam uma análise e comecem a enxergar a agricultura familiar, em especial, da agricultura guarani diferenciada para que possa dar continuidade ao processo de alimentação saudável e respeito às diversidades.

As lideranças falaram sobre a importância de ações como a de Itanhaém, em trazer de volta a cultura e apoiar a produção da zona rural guarani e de certa forma toda a zona rural do município. “Itanhaém é um município que dá muito apoio às políticas públicas, e este exemplo de ações concretas é o que queremos passar e celebrar os sucessos das nossas ações neste sentido”, finaliza Luciana.

Manuela Maluf, da Fundação Getúlio Vargas, disse que o evento foi uma oportunidade para engajar em outras prefeituras a inclusão do milho guarani na alimentação escolar indígena: “ouvir as lideranças falarem quais as transformações geradas pela inclusão do produto e todo o processo que vai desde o plantio e rituais de colheita foi um dia de muito aprendizado”.

 


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