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Publicado em: 21/02/2019 - Última modificação: 16/11/2020 - 11:57
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Nova geração entra na onda da campanha “Olha esse lacre!”, agora só falta você!

SOLIDARIEDADE - Iniciativa visa trocar lacres de latinhas de refrigerantes, sucos e outras bebidas por uma cadeira de rodas



Lucas Hideo e Alice Carvalho, de dois e quatro meses, respectivamente, são incentivados desde cedo sobre a importância de campanhas

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“Filho de peixe, peixinho é”. Como diz o ditado popular, a influência dos pais faz parte do desenvolvimento de uma criança. Por isso é importante que os responsáveis sempre incentivem o melhor de seus filhos, como fazem as mamães Daniela Ortega e Anna Letícia de Oliveira. Mães de Lucas Hideo e Alice Carvalho, de dois e quatro meses, respectivamente, as duas incentivam os pequenos desde já para a importância de campanhas como a do Fundo Social de Solidariedade, “Olha esse lacre!”. Eles são o futuro do país. Por isso, foram de suas pequenas mãozinhas que os lacres arrecadados na família foram entregues ao Fundo Social de Itanhaém.

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Ao mudar um hábito comum de nosso dia a dia, podemos dar mobilidade a pessoas que precisam. A campanha “Olha esse lacre!”, do Fundo Social, troca lacres de latinhas de refrigerantes, sucos e outras bebidas por uma cadeira de rodas. Além de beneficiar quem precisa, a iniciativa ajuda o meio ambiente, já que o alumínio demora mais de 200 anos para se decompor na natureza.

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“Claro que Lucas e Alice ainda não conseguem arrecadar os lacres, mas como as famílias participam da campanha, foi das mãos deles que recebi as garrafinhas. O objetivo é incentivar outras crianças a arrecadar os lacres, já que a ação refletirá no futuro deles, tanto em forma de ajuda ao próximo quanto em ajuda a natureza”, destaca a presidente do Fundo Social de Solidariedade, Daily Kubagawa Gomes.

Além disso, o ato de arrecadar pode até se transformar em brincadeira. Isso é o que diz Heloísa Leite, de 10 anos. Ela adora arrecadar os lacres, e já mobilizou os pais, avós e tios quanto à ação. “Virou uma rotina, eu não consigo mais usar ou ver alguém usar latinha sem guardar o lacre”, explica a pequena.


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