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Publicado em: 22/03/2019 - Última modificação: 25/03/2019 - 09:57
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Encontro discute a inclusão de pessoas com Síndrome de Down

CONHECIMENTO - A iniciativa contou com a presença do pediatra Jorge Marcelino Braz, que atua no Programa Cuidar e no Centro Municipal de Reabilitação (CMR)



O encontro aconteceu no Centro Municipal Tecnológico de Educação, Cultura e Esportes (CMTECE)

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“O fato de uma criança ter uma síndrome, no caso a Síndrome de Down, não a torna diferente das demais. A educação é fundamental para mudar o prognóstico desses alunos que precisam ser vistos como pessoas normais, porque é o que elas são”, afirma o pediatra Jorge Marcelino ao falar sobre a inclusão em alusão ao Dia Internacional da Síndrome de Down para assessores pedagógicos de escolas e creches Municipais. O encontro aconteceu nesta sexta-feira (22), no Centro Municipal Tecnológico de Educação, Cultura e Esportes (CMTECE).

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A construção de um elo entre família, escola e sociedade é um dos principais objetivos da educação. Em uma troca de conhecimentos, Jorge abordou as características da Síndrome de Down, os desafios, a necessidade da inclusão e atenção desde a infância. O pediatra atende crianças e jovens com diversas deficiências no Programa Cuidar e no Centro Municipal de Reabilitação (CMR).

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O doutor pontuou ainda a importância da participação da sociedade na inclusão. “A responsabilidade da inclusão não está somente nos profissionais que atuam na educação, saúde, cultura e entretenimento, nós podemos fazer muito pelo próximo. Principalmente entendendo que existem famílias com dificuldades que podem estar ao nosso lado, como nossos vizinhos. Se a gente não trabalhar em conjunto, não teremos sucesso algum”.

Para Kátia Martins Barreto, coordenadora da Creche Municipal Jeanette Sciasci Casarin, um dos pilares da educação inclusiva é a união dos laços entre família e escola que garantem o desenvolvimento do aluno não só com Síndrome de Down, mas com outras síndromes e deficiências. “A participação da família é fundamental no processo de aprendizagem e inclusão dos alunos. Quando o doutor falar que eles têm que ser vistos como pessoas normais, representa uma das questões mais importantes para mim, pois é a visão que precisamos ter hoje em dia”.


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