Publicado em: 18/11/2019 - Última modificação: 18/11/2019 - 17:25
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Teste glicêmico, palestra e muita energia: Dia do Diabetes tem atividades

EVENTO - A população pôde realizar teste glicêmico, aferir a pressão, medir a massa corporal e participar de bate-papos com profissionais de diversas áreas



O Centro de Convenções Miguel Reale foi palco de diversas atividades com profissionais da saúde

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Para celebrar o Dia Mundial do Diabetes (14 de novembro), o Centro de Convenções Miguel Reale foi palco de diversas atividades com profissionais da saúde. A equipe do Centro Especializado em Diabetes (CEDI) deu orientações e esclareceu dúvidas sobre a doença e o público entrou na dança com o grupo Conviver. Entre as atividades, a população pôde realizar teste glicêmico, aferir a pressão, medir a composição corporal e participar de bate-papos com profissionais de diversas áreas.

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Além dos estandes que mediam a taxa glicêmica e aferiam a pressão dos munícipes, a população também recebeu orientações dos agentes de endemias do Município, que explicaram medidas de prevenção à dengue. Além disso, os integrantes do projeto Ser Ativo também participaram do evento.

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“Acho que a principal importância do evento é este contato da população com profissionais de diversas áreas da saúde, pois é importante que os munícipes entendam melhor o diabetes e conheçam as formas de prevenção e tratamento da doença”, destaca a médica do CEDI, Dra. Amanda Martins.

Para a médica é essencial desmitificar fatos que são espalhados sobre a doença. Ela explica que o estilo de vida de quem tem diabetes deve ser o mesmo de quem não tem, pois todos devem manter uma alimentação saudável: “um dos principais focos da discussão de hoje é mostrar que a única diferença entre as realidades é que a vida dos portadores de diabetes deve sofrer pequenas adaptações, prestando atenção em alguns pontos para que a doença seja controlada”.

No início do evento, a Dra. Amanda ministrou uma palestra explicando o que é a diabetes, mas para fugir do tradicional, a doença foi explicada de acordo com perguntas ao público. Após a palestra inicial, os participantes foram divididos em rodas de conversas com profissionais de áreas diferentes, como podóloga, dentista, nutricionista e um médico que explicava o resultado da bioimpedância (medição da composição corporal).

CEDI

Após diagnóstico de diabetes em uma Unidade da Saúde da Família (USF), o paciente é encaminhado ao Centro Especializado em Diabetes (CEDI): “depois do médico introduzir a insulina no tratamento, a gente realiza a orientação sobre o manuseio do medicamento e locais de autoaplicação”, explica a supervisora técnica do CEDI, Liliane Teles Santos. O CEDI é a unidade que centraliza o fornecimento de insulinas e demais materiais da Cidade, dando atendimento exclusivo a pacientes portadores de diabetes.


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