Publicado em: 03/01/2020 - Última modificação: 15/01/2020 - 15:29
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Faça um passeio pela a arte de Alberto Farah na Pinacoteca Municipal

OBRAS - A mostra, que é uma retrospectiva dos trabalhos do artista plástico, ficará exposta até o dia 30 de janeiro



Uma das criações do artista é o Jardim das Lendas Brasileiras, em Itanhaém

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Entre pinturas, esculturas e desenhos a crayon e bico de pena, são 88 obras e 17 livros que compõe a exposição ‘Retrospectiva – A arte de Alberto Farah’. A mostra do artista plástico autodidata e escritor está exposta na Pinacoteca Municipal e pode ser apreciada até o dia 30 de janeiro. O local está situado no Centro Histórico e o horário de funcionamento é de terça a sexta, das 9 às 17 horas, sábado e domingo das 11 às 17 horas.

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Alberto Farah é filho de um italiano e de uma grega de descendência austríaca. Ele nasceu no Egito e lá foi educado em colégios franceses. Desde pequeno desenvolveu dons artísticos com desenho, pintura, gravura, escultura e poesia. Alberto veio para o Brasil em 1957, onde se dedicou à decoração de vitrines com esculturas de papel, passando para decoração de interiores e depois para artes gráficas.

Em 1967 o artista revolucionou as artes plásticas com o emprego de resina de poliéster para pintura e escultura, e no lugar da tela tradicional usava como suporte o “Cartão-tela” que foi invento por ele. Assim, aboliu de vez o uso das tintas e telas tradicionais. Por conta desta técnica, recebeu elogios de grandes críticos como Quirino da Silva e Mário Schoemberg.

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Alberto montou o seu atelier, aberto ao público, em Itanhaém, no ano de 1977. E, na segunda Cidade mais antiga do Brasil, encontrou inspiração para criar novos trabalhos. Depois ele residiu alguns anos em Poços de Caldas, onde elaborou guias para turismo, mas em 1994 voltou para Itanhaém e é onde reside atualmente e se dedica a escrever livros de arte, filosofia, ficção, culinária e as técnicas e conhecimentos utilizadas no uso da resina de poliéster para artes plásticas e o artesanato.

O artista plástico tornou-se membro da Academia Itanhaense de Letras em 2012. Isso o motivou a criar o Jardim das Lendas Brasileiras, como incentivo à cultura. Junto com a esposa, ele ilustrou 33 lendas brasileiras com mais de 70 esculturas em resina e fibra de vidro.


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