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Publicado em: 29/01/2021 - Última modificação: 22/02/2021 - 11:36
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Professoras de Itanhaém Concorrem ao Prêmio Boas Práticas durante a Pandemia

EDUCAÇÃO - O anúncio das boas práticas vencedoras acontecerá no mês de março de 2021.



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A pandemia do Coronavírus atingiu e prejudicou diretamente a educação em todo mundo, foi preciso rever métodos de ensinamentos e aprendizado. Os educadores e alunos precisaram se adequar num curto espaço de tempo, em novos métodos envolvendo a tecnologia e recursos limitados como ferramenta principal para a continuidade do ensino.

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Para muitos professores, os desafios foram enormes e todos que amam a educação foram atrás de novas soluções sempre com o mesmo objetivo: a continuidade do aprendizado. E foi com esse pensamento que quatro educadoras do município estão concorrendo ao Prêmio Educação Infantil, Boas Práticas de Professores durante a Pandemia.

Com o intuito de promover a divulgação de trabalhos importantes e de grande relevância durante o distanciamento social, a Fundação Maria Cecília Souto Vidigal lançou o concurso durante a Pandemia, que teve seu principal objetivo, valorizar e reconhecer a importância dos profissionais da educação, fortalecendo a sua identidade, além de evidenciar as boas práticas que estão sendo realizadas com as crianças e suas famílias nesse contexto da pandemia do coronavírus.

O concurso ocorreu em três fases, a primeira em mês de dezembro e contou com milhares de trabalhos inscritos de todo Brasil. Os selecionados para a segunda fase precisam submeter até o dia 12 de fevereiro os dados comprobatórios e o detalhamento da boa prática e na terceira e última fase, haverá uma comissão composta de profissionais indicados pela Fundação Maria Cecilia S. Vidigal, Undime e Fundação Itaú Social que escolherá os melhores trabalhos.

Entre esses trabalhos estão quatro professoras da rede municipal de ensino, a professora Cintia Moreira de Paula, 34 anos, lecionou em 2020 na turma do Berçário 1 da E.M Zuleica Barros de Assis. O seu projeto tem como título “Caixa Sensorial”.  Segundo ela “É em um momento tão difícil como esse da pandemia, em que precisamos nos redescobrir e descobrir maneiras que os bebês se interessassem em brincar aprendendo, ver o reconhecimento é muito gratificante”.

A segunda professora é a Isabel Cristina Marques, 52 anos, atua como substituta da E.M Edson Baptista de Andrade, onde lecionou para a turma de Berçário 1 e o Projeto inscrito foi “Entre trecos e cacarecos”: a importância dos materiais não estruturantes para os bebês. “Quando li o e-mail comunicando que passei para a segunda fase do concurso me trouxe um sentimento de alegria e satisfação, me mostrou que estou no caminho certo, um reconhecimento e realização do meu trabalho relata com emoção”, Isabel.

Rosana Ribeiro do Carmo Ramos, 45 anos, que também está concorrendo ao prêmio, leciona na turma do Pré I da E.M Carlos Augusto Guimarães da Silva e seu trabalho “Quebra – quebra”, uma prática onde a criança, em busca de uma surpresa, que seria a letra inicial do seu nome, quebrava ovos (casca) com um martelinho. E a cada ovo vazio tinha que executar os movimentos indicados pela família. Mas, ao achar a letra tinha que dizer o seu próprio nome.

Por último é a professora Fabrícia Torres de Souza, 42 anos, do Maternal 1 da E.M Gioconda Fagá, ela passou para a segunda fase com o projeto Conectando as famílias com a escola por meio do diálogo e propostas lúdicas’. “Saber que passei para a segunda fase do prêmio Educação infantil me deixou repleta de orgulho e alegria.

Trabalhar com criança bem pequena é com toda certeza trabalhar com a pureza, esse concurso vem valorizar a importância desse trabalho e também reconhecer os professores da educação infantil”, afirma.

Segundo a Secretária de Educação Marcia Galdino, as práticas submetidas pelas professoras, estão alinhadas à Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e às legislações (decretos e pareceres nacional, estadual e municipal) vigentes durante a pandemia do Covid 19.
O anúncio das boas práticas vencedoras acontecerá no mês de março de 2021.

Lembrando que a avaliação dos trabalhos consistirá em três critérios: a garantia dos direitos das crianças, a garantia da aprendizagem e da adaptabilidade e o apoio e vínculo com as famílias.