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Publicado em: 01/08/2019 - Última modificação: 16/11/2020 - 11:28
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Vacinação contra o sarampo prioriza pessoas com até 29 anos

PREVENÇÃO - O agravamento da doença pode levar a pessoa à morte



Não tem certeza se já tomou a vacina? A Secretaria Municipal de Saúde recomenda que a imunização ocorra do mesmo jeito

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O sarampo é uma doença infecciosa aguda, de natureza viral, grave e extremamente contagiosa. Segundo dados oficiais da Vigilância Epidemiológica do Município, 91% da população já está imunizada, mas caso você não faça parte desse número, recomenda-se procurar uma Unidade de Saúde da Família (USF) mais próxima de sua casa, pois a única maneira de se prevenir contra a doença é a vacinação.

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Obedecendo ao Calendário de Vacinação do Estado, a vacina contra o sarampo está disponível nas dez Unidades de Saúde da Família (USFs) da Cidade, nas regiões do Coronel, Gaivota, Centro, Belas Artes, Guapiranga, Oásis, Grandesp, Suarão, Savoy e Loty. O horário de atendimento é de segunda a sexta-feira, das 8 às 17 horas.

Não tem certeza se já tomou a vacina? A Secretaria Municipal de Saúde recomenda que a imunização ocorra do mesmo jeito. Mas não se preocupe, pois não há riscos para a saúde. Segundo o Ministério da Saúde, crianças, adolescentes e adultos até 29 anos de idade devem receber duas doses.

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SINTOMAS

Febre alta, acima de 38,5 ºC, acompanhada de coriza, tosse e conjuntivite são os primeiros sinais de sarampo. Passado alguns dias surgem no rosto e atrás do pescoço manchas vermelhas que depois se espalham pelo corpo, manchas brancas que aparecem na mucosa bucal e que antecedem de 1 a 2 dias antes do aparecimento das vermelhas. Atenção, pessoas de qualquer idade podem contrair o sarampo.

TRANSMISSÃO

Ocorre de forma direta de pessoa a pessoa, por meio de secreções expelidas pelo doente ao tossir, espirrar, respirar e até mesmo falar. Por conta disso, o poder de contaminação da doença é elevado. O contágio ocorre de quatro a seis dias antes que os sintomas se manifestem, em especial o exantema. Dois dias antes e dois dias após o início deste último sintoma citado é o período de maior transmissibilidade. Vale lembrar que o vírus vacinal não é transmissível.


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