Generic selectors
Resultados exatos
Buscar por títulos
Buscar por conteúdo
Buscar
Buscar em páginas
Filtrar por categorias
Administração
Assistência e Desenvolvimento Social
Comunicação Social
Desenvolvimento Econômico
Educação, Cultura e Esportes
Fazenda
Fundo Social
Gestão e Controle
Governo Municipal
Habitação
Leia Mais
Mais Notícias
Negócios Jurídicos
Obras e Desenvolvimento Urbano
Planejamento e Meio Ambiente
Procuradoria Geral
Relações do Trabalho
Saúde
Sem categoria
Serviços e Urbanização
Trânsito e Segurança Municipal
Turismo
Publicado em: 12/03/2019 - Última modificação: 13/03/2019 - 18:20
comunicacao@itanhaem.sp.gov.br

Programa Amamentar: Cescrim necessita de doações de potes

LEITE MATERNO - Pote de vidro com tampa plástica é a única embalagem que conserva a pureza e os nutrientes originais do leite materno. Sem recipientes, não é possível coletar



Campanha permitirá manter o abastecimento do Posto de Coleta de Leite Humano (PCLHI), do Cescrim

Compartilhar:

O Centro Especializado na Saúde da Criança e da Mulher (Cescrim) Paula Vegas iniciou uma campanha de arrecadação de potes de vidro com tampa plástica para armazenamento de leite materno no Posto de Coleta de Leite Humano (PCLHI), adquirido por meio de mães doadoras do Programa Amamentar. Os recipientes podem ser entregues diretamente no Centro Especializado, na Avenida Tiradentes, 184, no Jardim Mosteiro. Mais informações pelo telefone (13) 3426 3197.

Siga a Prefeitura de Itanhaém no Instagram, no Facebook e no Twitter

As arrecadações também poderão ser realizadas por meio dos equipamentos da Secretaria de Saúde, e os frascos arrecadados serão enviados ao Cescrim. Há no Município um Posto de Coleta de Leite Humano – no próprio Cescrim – serviço de referência para as doadoras e mães com dificuldades no aleitamento materno. Desde 2002, a Cidade investe em tais ações com o objetivo de apoiar, incentivar e promover a amamentação. A dificuldade no momento são os recipientes. Se não há, não é possível haver coleta de leite.

“No momento, estamos enfrentando dificuldade na questão de aquisição dos vidros com tampa plástica, que é a única embalagem que conserva a pureza e os nutrientes originais desse leite”, afirma a coordenadora do Cescrim, Luciana Palma. “Tendo em vista a importância deste movimento para as crianças da Cidade é que temos pedido esta colaboração”, completa.

Além do mais, a campanha culmina em reduzir as doenças na infância e a mortalidade infantil, aumenta o número de mães que amamentam seus bebês e o tempo de amamentação, conforme preconizado pelo Ministério da Saúde, e também acaba por manter o abastecimento do PCLHI. Após pasteurização no Banco de Leite de Peruíbe, uma parte do leite coletado é destinada aos bebês internados na UTI neonatal do Hospital Regional Jorge Rossmann (HRJR), de Itanhaém, e a outra aos recém-nascidos em situação de risco acompanhados por profissionais do Cescrim.

Leia mais
Mutirão de ultrassonografia acontece em Itanhaém; atendimento é aos sábados 
Epidemiológica realiza busca de sintomáticos de tuberculose; saiba quais são os sintomas

CENTRO ESPECIALIZADO

As mães com leite excedente que queiram ser doadoras devem procurar o Cescrim para realizar o cadastro. A mulher receberá orientações sobre as condições de armazenamento e, semanalmente, os profissionais comparecem à residência para a coleta, sempre às segundas. O local funciona de segunda a sexta, das 7 às 17 horas.

Para doar, é preciso manter hábitos saudáveis, como o não uso do cigarro, álcool, entre outras drogas, pois essas substâncias são altamente prejudiciais ao bebê.

COMPROVADO

O Ministério da Saúde recomenda a amamentação até os dois anos de idade ou mais, e que nos primeiros 6 meses o bebê receba somente o leite materno, aleitamento materno exclusivo, sem necessidade de sucos, chás, água e outros alimentos. Isso porque quanto mais tempo o bebê mamar no peito da mãe, melhor será a saúde e imunidade física, por conta da rica quantidade de nutrientes que o leite possui.

As repercussões vão além do estado nutricional da criança e acontecem também no desenvolvimento da habilidade de se defender de infecções, na fisiologia e no desenvolvimento cognitivo e emocional. Após os 6 meses, a amamentação pode ser complementada com outros alimentos saudáveis e de hábitos da família, mas não deve encerrar-se. Amamentar é muito mais do que nutrir a criança, é um processo que envolve interação profunda entre mãe e filho.