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Publicado em: 10/05/2019 - Última modificação: 16/11/2020 - 11:51
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A verdadeira segurança e proteção é o colo de uma mãe… imagine se ela for guarda municipal?

AMOR - Ana Lúcia divide seu tempo entre o trabalho e a maternidade que bateu à sua porta há oito anos e lhe rendeu seu maior bem, Manuela Gonçalves Noronha



Formada em Gestão de Segurança Pública, Ana Lúcia está na corporação da GCM desde 2003 e já passou por diversas áreas

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Há 16 anos, Ana Lúcia Gonçalves, de 38 anos, sai de casa para trabalhar com um objetivo: proporcionar segurança à população de Itanhaém. Ela integra a equipe da Guarda Civil Municipal (GCM) e divide seu tempo entre o trabalho e a maternidade, que bateu à sua porta há oito anos e lhe rendeu seu maior bem, Manuela Gonçalves Noronha. Sua profissão exige uma postura firme, mas Ana confessa que Manu floresceu sua sensibilidade: “eu sempre sonhei em ser mãe”.

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Ana diz que não escolheu a profissão, a profissão a escolheu e, desde então, ela não consegue se imaginar em outro cargo. A guarda municipal completa falando que todos deveriam conhecer a área da segurança: “em minha profissão temos contato com todos os setores, como saúde e educação, e isso me traz muito aprendizado”, destaca. “Toda mãe já é professora, médica e várias carreiras, mas conhecendo mais cada cantinho, fico em constante aprendizado e levo isso para casa”, explica sobre a relação da maternidade e do trabalho.

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Formada em Gestão de Segurança Pública, Ana Lúcia está na corporação da GCM desde 2003 e já passou por diversas áreas. Antigamente ela trocava o dia pela noite trabalhando no Centro de Operação e Inteligência (COI), mas, buscando maior tempo com a filha, a guarda optou pelo horário de expediente, e hoje atua na área administrativa, participando de algumas ações de patrulhamento quando necessário.

Por conta do trabalho, a funcionária pública revela preocupação em relação à filha, mas ela garante que a profissão ajuda na criação de Manuela: “em relação à forma de educar, talvez tenha sido exatamente a minha profissão que me manteve firme”.

Para Ana, correria é a palavra que define sua rotina. Ela se desdobra para deixar tudo em ordem, arrumar a roupa de Manu, ajudar na lição de casa e outros ofícios da maternidade, mas garante que ser mãe é justamente a recompensa: “ser mãe é ter um sentido a mais para viver, sentir-se completa. Ser mãe é doação e muita responsabilidade. É sentir um amor e uma força que antes nem imaginaria existir. Ser mãe é amar incondicionalmente. Não há palavras para descrever o que é ser mãe. Foi a melhor escolha da minha vida”.


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