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Publicado em: 21/10/2019 - Última modificação: 16/11/2020 - 11:19
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Break dance de Itanhaém é destaque em mais uma competição e coleciona títulos neste ano

OLÍMPICO - O Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos de 2024 em Paris já estuda inserir a modalidade nas disputas oficiais



O bboy Jheferson Ray (esquerda) conquistou o primeiro lugar na competição de break dance, no Parque do Ibirapuera

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A garotada do grupo Action Breaks Crew Kids, da Associação de Dança Itanhaém-ADI, foi até ao Parque do Ibirapuera, em São Paulo, para participar da competição “Break Ibirá” e mostrou a força dos nossos atletas.

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Com apenas 11 anos, o bboy Jheferson Ray, conhecido como Jheff, ficou com o primeiro lugar da competição e a bgirl Kethelyn Christine, a Keké, de 10 anos, trouxe a medalha de terceira colocada para Itanhaém.

Somente no segundo semestre, o grupo Action Breaks coleciona quase uma dezena de medalhas. A dupla Keké e Jheff também foi destaque na competição Batalha pelo Livro, em Cajati, além da primeira colocação entre os profissionais com Fernando Ferreira Curcio, de 32 anos, e a segunda com o bboy Jefferson de Assis Silva, de 19, na mesma categoria.

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Os prêmios também vieram na Argentina, no ‘XXV Festival de Danzas del Mercosur’, na cidade Puerto Iguazú. No país vizinho, Fernando novamente conquistou o primeiro lugar na categoria entre os profissionais e o pessoal do Grupo de Dança de Rua da  Melhor Idade, da ADI, em sua primeira competição internacional, ficou com o 2° Lugar na categoria 3ª Idade, apresentando a coreografia Juntas por Uma Causa.

Também teve medalhas na 15ª edição do Circuito Arena Hip Hop Brasil, no município de Caieiras, na Grande São Paulo, para Keké e Jheff.

Break nas Olimpíadas

Atualmente, os praticantes e apaixonados pelo break dance vivem a expectativa do esporte se transformar em modalidade olímpica nos jogos de 2024, em Paris. A dança já foi reconhecida como um esporte durante a Olimpíada da Juventude, em 2018.

A possibilidade está sendo estudada pelo Comitê Organizador da Olimpíada de Paris. “Se o break virar uma modalidade olímpica, o Brasil terá grandes representantes e estamos trabalhando para que, entre eles, esteja o maior número de atletas de Itanhaém”, profetiza Fernando Curcio, que é professor do grupo.


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